segunda-feira, 26 de abril de 2010

todo, sempre.

Todo dia, tudo sempre igual.

E nada acontece como se imagina.

E nada será como todos querem.

A cada dia a dor pode ser maior.

A cada dia a dor pode ser menor.

Não se sabe ao certo quando parar.

Não se tem a certeza de quando continuar.

Pode-se tentar e ver o que vai dar.

A indecisão complica, o medo não ajuda, a solidão bate, a dor aperta.

Quem sabe o que virá?

2 comentários:

danilo sanches disse...

O medo só atrapalha. Ele legitima os monstros e dá a falsa impressão de que realmente estamos ameaçados. Né não? Palpitações, suor, dor de barriga: é só olhar de novo e ver que não tem nada lá. Nada.

Bru disse...

Nothing indeed!