sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

colônia de férias

Há tempos que venho buscando entender muitos acontecimentos em minha vida.

Não vou negar que resolvi deixar algumas dessas explicações de lado e, simplesmente, aproveitar. Percebi que momentos deliciosos devem ser aproveitados e compartilhados. A simplicidade da vida está em como aproveitamos essas situações e o que fazemos com isso depois.

Mais do que aproveitando, eu sinto que estou em uma colônia de férias, em pleno dia de semana!

E vc?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Hasta 2011.

Peço desculpas a você, meu caro blog. Você que tanto me ouviu e, ainda (espero), me ouvirá por muito tempo.

Deve estar se perguntando qual a razão de um pedido de desculpas bem agora. Eu te falo. Estou cansada. Fui acometida de um cansaço desesperador e não quero mais saber de nada que seja ligado à tecnologia até o ano que vem. Estranho, né?! Eu sei. Mas, o que realmente sei é que vou respeitar essa vontade e, por isso, te vejo no próximo ano, ok?

See yah!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

viver

E uma bela manhã se fez, depois de muitos dias de fortes chuvas.

As tempestades não causam mais medo. Agora são, na verdade, a purificação do momento.

Manhãs de primavera e verão nunca me encantaram, mas agora elas têm um brilho especial.

Raios de sol e gotas da chuva são os alimentos da alma. E quando bem dosados, proporcionam sensações únicas.

O gosto por pequenos detalhes é, na verdade, a correnteza da leveza insana que carregam as paisagens fotográficas que levamos conosco na memória.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

goin’ to

After all this time.

Trying to act like no other time.

‘Cause she is trying to find a different way.

Time will show what she is capable to do.

The sun will shine again and again.

She is goin’ to blow it up.

‘Cause it’s known she is no good, at all.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

realidade x feriado

Nada como a realidade para nos deixar com o pé no chão e nada como um feriado para nos deixar nas nuvens. Li isso em um blog hoje.

A realidade ajuda com os pés no chão. Hoje falam que tenho uma pedra no lugar de um órgão pulsante. Sei lá, de repente é isso mesmo, mas as coisas vistas da forma que vejo, não doem, elas apenas... incomodam. E isso é pé no chão, não? É isso, você ri, comenta a respeito, segue em frente.

O feriado ilude, leva para longe. As viagens não duram mais que alguns dias. A mente relaxa, buscando o puro prazer e a vida que “todos pedimos”. Ai vem alguém com o ditado “o trabalho enobrece o homem”, como se isso mudasse a nossa imensa vontade de ter férias permanentes e ainda ter que acordar os cinco dias da semana no mesmo horário.

Entre o feriado e a realidade, apóio totalmente a realidade, aquilo que é concreto nos olhos de quem quiser ver.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

mudar.

Acordou um dia e se deu conta de que havia mudado. Havia perdido toda sua doçura. Uma lágrima rolou e brotou a dor no peito. Parecia não ter mais volta.

Durante dias, procurou desesperadamente por pessoas que a compreendessem. A busca estava sendo em vão. Nada e ninguém pode alterar o que ela fez. Suas atitudes, impensadas ou não, tiveram consequências e agora é enfrentar a luta e seguir em frente.

Chora por dias seguidos, reclama a cada movimento, e se afasta cada vez mais do lugar e da pessoa que pode ajudá-la a encontrar sua luz. Nada pode explicar e levá-la de volta ao seu ponto de origem.

Continua se afastando, não parou com as buscas, o medo a acompanha e a coragem vai na frente. O caminho é árduo, mas a conquista será libertadora.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

livrar-se.

Eu andei pensando. Adoro o momento que essa frase me vem à cabeça, são muitas as vezes. Gosto porque vem a imagem de uma pessoa andando e a mente fervilhando de pensamentos bem parecidos com aqueles das histórias em quadrinhos. Sempre me iludi querendo que brotassem vários daqueles na minha cabeça, enquanto eu lia gibi da Mônica.

Bom, andei pensando muito mesmo. Busquei a razão para tanta inquietação, vasculhei as dúvidas das minhas atitudes, vivenciei pela 1.345ª vez as emoções de momentos marcantes da vida, mas ainda continuei pensando.

Eu cheguei em um ponto delicado do meu sentimento. O sentimento que temos dedicado a outra pessoa. Analisei tudo que eu gostava, mas nesse momento fui atropelada pela avalanche de motivos para que eu percebesse que mesmo assim, havia muitos outros que me fazem mal, que me ferem, que fazem com que um pedaço de mim se perca por ai.

Não foi fácil lidar com a dor, não está sendo fácil. Ainda assim, quando eu me desvencilhar do que causa a dor, ainda há tanto guardado que, infelizmente, será um árduo caminho até as nuvens de algodão doce dos meus sonhos.