segunda-feira, 30 de junho de 2008

saudade

engracado sentir saudade.
Saudade eh algo que doi, mas tipo uma dor que nao se sabe de onde vem. pelo menos eu nao consigo dizer que venha realmente do coracao, pq quem nao para de pensar naquilo que sente eh a cabeca.
tah parece complicado, talvez seja por isso que em outras linguas nao conseguimos explicar o que realemnte eh saudade.
eu agora sinto mta saudade. de coisas e pessoas. sim, mais de pessoas.
pessoas que vejo quase todos os dias. ou que vemos as vezes.
bem, eu sinto saudade agora e eh uma saudade boa, pq sei que vai acabar.
o que pode ser ruim eh que nao sei o que terei que viver ateh lah para que isso acabe. Digo ficar triste ou ficar feliz, ou mais ou menos!!
Ah nao eh facil, agora vejo que soh sabemos o real valor de cada um quando estamos longe!
Bom, hj me bateu a saudade aqui bem longe de todo mundo que eu conheco. E por isso resolvi.
Nao tem mta logica, mas acho que a saudade eh por ai.
Nao tente arrumar uma explicacao, pq nao tem, simplesmente nao tem.

eu to com mta saudade...


(nao tem acentos ou cedilhas aqui nos eua...)

segunda-feira, 3 de março de 2008

Dói incomoda e demora..

Eu tenho um sério problema para aceitar tuudo o que as mulheres precisam passar para continuar firme e forte no mundo. Ah! Tudo dói, demora, incomoda, não passa despercebido. É! Pensa comigo: Cólica menstrual - dói; usar absorvente - incomoda; carregar e ter um filho - dói, incomoda e demora; arrumar o cabelo - demora; maquiagem - demora; sobrancelha - dói para tirar, e se não tirar não passa despercebido. Esse último é um dos meus grandes problemas, pois sigo minha vida na boa, mas sempre tem alguém que precisa falar: "ah, tá na hora de tirar, hein?". Sem comentários.

Ai, passeando no Sem dúvida - um ótimo blog sobre tudo, gostoso de ler - gostei mto desse texto da sobrancelha e achei legal colocar aqui.

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Há uns quatro meses comecei a reparar se as pessoas tiravam a sobrancelha ou não. Isso tem acabado com a minha tranqüilidade a ponto de comparar as pessoas em níveis de Penélope Cruz. Muito Penélope Cruz, só um pouco, era Penélope Cruz mas já cresceu, tá entre Juliana Paes e Malu Mader, não, tá meio Malu Mader na adolescência. Algo como seria uma irmã do Toni Ramos se eu soubesse que ele tem irmã e que a mãe levou pro cabeleireiro em tempo.

Eu simplesmente me tornei uma obcecada pelo assunto desde que a Simone me perguntou: “Fê, por que você não tira a sua sobrancelha? Só um pouco, ia ficar melhor”.

Vocês não tem a idéia de como uma informação como “ficar melhor em qualquer coisa” mexa comigo. Acabou todo o resto do mundo, política cambial, taxa de lixo, assalto do step do meu carro, o importante agora é melhorar, mesmo que qualquer pouco em qualquer coisa. Tirar um pêlo já seria me aproximar do que uma outra pessoa chamou, num momento de lucidez ou não, de melhor.

Comecei a andar na rua e olhar a sobrancelha das pessoas e pensar em como eu me atrasei em não pensar nisso. Que covardia, que medo de sofrer, que apego à feiúra. Um dia na praia eu vi uma outra mulher com a sobrancelha sem aparo. Comecei a pensar na cara de pena das pessoas olhando pra ela e como o olhar da Simone que antes tava na minha xícara de café se hipnotizou pelo meu rosto menos bonito. Deve crescer bicho.

Decidi tirar. E isso foi no meio do metrô de Buenos Aires quando não tirava os olhos de uma mulher. Às vezes faço um exercício estúpido pra passar o tempo no metrô de São Paulo e é com muita timidez que assumo aqui. Fico olhando pra todas as pessoas, uma por uma e pensando: “Bom, daquela ali, se eu pudesse escolher uma coisa pra ter seria....hmmm, o sapato? Não, brega. A bolsa? Não, velha. Ah, queria ter o ombro parecido”. Vê se pode, mas gente, respeitem, eu sou assim. Mais vale eu que assumo, sei lá, mentalizem algo positivo a meu respeito que essa coisa ruim será compensada.

Mas então, nessa mulher eu não achava coisa alguma que fosse bonita. Aff, que mulher feia, velha, brega. Até que olhei, olhei, olhei e não, não achei que o encanto fosse a sobrancelha. Mas pensei “cara, até essa puta mulher feia tira, por que eu não?”

Preconceituoso? Sim. Sujo? Sim. Agora eu já falei. Tem perdão? Tomara. Mas tive até raiva dela.

Voltei pra São Paulo e fui correndo tirar. A mulher do cabeleireiro ainda brigava comigo “mas pára de tirar tanto, vai ficar esquisita”. Aquilo me irritava porque não sei como ela poderia pensar diferente do mundo todo. Eu fui até outro país conferir, confia, saco. Menos pêlo, mais bonita, mais bonita, nada parecido com esquisita.

E quer saber? Tirei e ninguém que eu não tenha avisado reparou. Acho que vou voltar de metrô amanhã do trabalho pra ver se repercute. Que ressaca moral, não agüento mais dar close nos pêlos da cara dos outros.

O caso é tão sério que entrei no word e pensei “vou escrever um texto sobre como conseguimos prender nossa atenção numa coisa só do nada e isso não sai da cabeça da gente. Na seqüência darei alguns exemplos”.

Só dei um.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

o coração não falou mais alto...


Ela acordou não querendo saber o que já sabia.
Era fato o que tinha acontecido.
- A gente ainda se ama! - mas a dúvida de continuar pairava no ar.
Deixar a dor ser mais forte?
Superar a dor no peito?
- Impossível! Depois de tantas coisas, não consigo nem chegar perto dele! - estava transtornada a ponto de não ouvir sua própria voz.
Era fato também que o mágoa que carregava agora no peito parecia estar ali por uma eternidade, e nem outra eternidade tiraria de seu coração tamanha dor.
Sentada na cama pode sentir o vazio que agora invadia todo o quarto e que completava o corpo atropelado por mentiras e deboches - mas não estava convicta se viveria assim, só, por muito tempo.
Optou por não viver e junto levou outro alguém que não conseguiu optar por coisa alguma.

*fotinho por Hugo Cabral

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

tô voltando..

Busquei por todo esse tempo inspiração... e arrumei mtas hehe to de vorrta! rs

Ps: façam de conta que até é verdade rs!!

vai ser feliz..?


Ela acordou não querendo saber o que já sabia.
Era fato que aconteceu.
- A gente ainda se ama! - mas a dúvida de continuar pairava no ar.
Deixar a dor ser mais forte?
Superar a dor no peito?
Simplesmente virou pro lado e dormiu.
Até agora foi o melhor a fazer.
Recebeu flores e uma linda cesta de café da manhã e um cartão: Acorde sabendo que te amo!

Hoje são felizes!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

promessas...!!

Começando o ano, promessas de novas postagens... vamos que vamos...

Não estou começando muito bem... mas prometo melhorar!! rs

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente...

(Carlos Drummond de Andrade)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

E quando tudo acaba...apenas começa!

Foram quatro anos das nossas vidas.
Tudo foi definido em uma palavra.
Definiu o caminho a ser seguido.
Por ela que nos esforçávamos a cada dia.
Fizemos coisas que duvidávamos.
Duvidamos de coisas que pareciam certas.
Aprendemos o que não imaginávamos.
Imaginávamos de tudo um pouco.
Podia ter sido tudo diferente.
Continuamos em frente.
Chegamos, ufa!
Onde? Cada uma um lugar.
Por que? Nossos ideais são os que nos movimentam.
Como? Com a insistência de pessoas curiosas.
Não chegamos e pronto, passamos por uma etapa.
Outras estão por vir.
Fácil? Não sabemos.
Difícil? Que venha o que tiver que vir.
Fomos aprovadas.
Um passo para um novo mundo de conquistas, assim como todos os anos que vem e vão.
Nos formamos!!

Para quem entender!!